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Azerbaijão

O Azerbaijão fica onde o Cáucaso encontra o Mar Cáspio, e tem um pouco de tudo: território antigo da Rota da Seda, camadas da época soviética e a ambição trazida pelo boom do petróleo. É uma boa escolha para quem gosta de andar por cidades antigas, comer bem e ver montanhas e paisagens desérticas na mesma viagem. Serve tanto para um fim de semana prolongado em Baku como para uma viagem mais longa de carro.

Para onde voar

O que ver

Antes de viajar

A IA escreveu este texto com base em fatos consolidados. Confira você mesmo as regras de entrada e os horários de funcionamento antes da viagem.

Bom saber

  1. 1Baku, a capital, tem uma cidade velha amuralhada chamada Icheri Sheher, com ruas estreitas, um caravançarai e a Torre da Donzela, e é Património Mundial da UNESCO.
  2. 2O Azerbaijão é muitas vezes chamado a Terra do Fogo. O gás natural que sai do solo alimenta chamas em lugares como Yanar Dag, perto de Baku, há muito tempo, e o templo do fogo ligado ao zoroastrismo em Surakhani reforça esse nome.
  3. 3O azeri é uma língua turca muito próxima do turco e é a língua oficial. O russo ainda é compreendido por muitas pessoas mais velhas, e o inglês é mais comum entre os jovens e em Baku.
  4. 4O chá faz parte do dia a dia. Bebe-se preto, em copos pequenos em forma de pera, muitas vezes com cubos de açúcar ou doce de fruta, e serve-se sempre que alguém se senta com outra pessoa.
  5. 5O plov, um prato de arroz com açafrão, fruta seca e cordeiro ou frango, é considerado o prato nacional. Outros pratos básicos incluem a dolma, os kebabs e o qutab, massas finas recheadas com ervas ou carne.
  6. 6O país tem uma variedade surpreendente de paisagens, desde os vulcões de lama e as gravuras rupestres de Gobustan até às aldeias florestais do Grande Cáucaso, em Sheki e Lahij, e ao sul subtropical, perto de Lankaran.
  7. 7A moeda é o manat, e o país tem uma longa tradição de tecelagem de tapetes, com padrões regionais que variam de cidade para cidade.

Dicas para a primeira visita

  • Em Baku o metro é simples e barato, e há muitos táxis, normalmente chamados através de uma aplicação, para não ter de negociar o preço.
  • Os cartões são aceites em Baku e nas cidades maiores, mas leve algum dinheiro em manat para aldeias, mercados e pequenas casas de chá.
  • Experimente uma refeição numa casa de chá tradicional e um prato de plov, e aceite se lhe oferecerem chá com doce de fruta. Sheki é conhecida pela sua pastelaria doce parecida com halva, pelo guisado piti e por outros pratos regionais.
  • Se for convidado para uma casa, tire os sapatos à entrada e leve uma pequena oferta, como doces ou fruta. A hospitalidade é levada a sério, e recusar a comida por completo pode parecer desconfortável.
  • Ao visitar mesquitas e santuários, vista-se com recato, com ombros e joelhos cobertos, e as mulheres devem levar um lenço para a cabeça.
  • Para viagens fora de Baku, planeie com um motorista, um carro alugado ou uma carrinha partilhada, já que as distâncias são longas e algumas estradas de montanha são lentas.

Quando ir

A primavera e o outono são as épocas mais agradáveis, com tempo ameno para caminhar em Baku e para viajar até às montanhas e ao campo. O verão é quente, sobretudo no interior, embora a costa do Cáspio e as montanhas altas sejam mais frescas. O inverno é frio e pode ser ventoso e cinzento em Baku, enquanto as aldeias do Cáucaso recebem neve e as zonas baixas ficam tranquilas.

Como se locomover

A maioria dos visitantes chega ao Aeroporto Internacional Heydar Aliyev, em Baku, e usa Baku como base. Entre cidades, as pessoas viajam de autocarro, minibus, táxi partilhado ou carro particular. Há também comboios nas principais rotas, incluindo ligações de Baku a lugares como Ganja, e as estradas nas zonas baixas são geralmente simples, enquanto as rotas de montanha são mais lentas.

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