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Nukus

Nukus é a capital tranquila do Karakalpaquistão, no extremo noroeste do Uzbequistão, e tem um ambiente muito diferente das cidades da Rota da Seda, no leste do país. É uma cidade ampla e plana, da era soviética, que serve bem de base para um museu de arte, para a antiga margem do Mar de Aral e para as fortalezas do deserto nas proximidades. Adequa-se mais a viajantes curiosos e sem pressa do que a quem procura velhos bazares e cúpulas revestidas de azulejos.

O que ver

Antes de viajar

A IA escreveu este texto com base em fatos consolidados. Confira você mesmo as regras de entrada e os horários de funcionamento antes da viagem.

Bom saber

  1. 1O Museu Savitsky reúne uma das maiores coleções de arte de vanguarda russa do mundo, além de trajes, joias e achados arqueológicos karakalpaks. Igor Savitsky reuniu grande parte dela no período soviético, quando muitos desses artistas estavam em desgraça.
  2. 2O Karakalpaquistão é uma república autônoma dentro do Uzbequistão, e os karakalpaks têm língua própria. É uma língua turca mais próxima do cazaque do que do uzbeque, e na cidade também se ouvem o uzbeque e o russo.
  3. 3O Mar de Aral já chegou perto da cidade de Muynak, ao norte de Nukus. Depois que os rios que o alimentavam foram desviados para irrigação, a partir da década de 1960, as águas recuaram, e navios enferrujados continuam estendidos no leito seco.
  4. 4A região de Nukus fazia parte do antigo Corásmia, e o deserto guarda as ruínas de muitas fortalezas de adobe, entre elas Toprak-Kala e Ayaz-Kala. Muitas delas são alcançadas por estradas de areia.
  5. 5A necrópole de Mizdakhan, perto de Khojeli, não muito longe de Nukus, é um antigo local de sepultamento, com túmulos e mausoléus espalhados por várias colinas, e ainda é usada.
  6. 6A cozinha karakalpak tem muito em comum com a dos vizinhos cazaques e uzbeques. Plov, carne grelhada e besbarmak, carne cozida servida sobre massas largas, são pratos comuns.

Dicas para a primeira visita

  • Contrate um motorista ou um guia para Muynak e para as fortalezas. As distâncias são longas, o transporte público é escasso e as estradas de terra são difíceis de seguir sem conhecimento local.
  • Leve algum dinheiro em espécie na moeda local, o som, já que os cartões não são aceitos em todos os lugares fora dos hotéis e restaurantes maiores.
  • Leve água, chapéu e protetor solar para qualquer viagem ao deserto, e esteja preparado para poeira nas estradas.
  • Vista-se com discrição, sobretudo em locais religiosos, e cumprimente as pessoas com um aperto de mão ou com a mão sobre o peito. Tire os sapatos se for convidado a entrar numa casa.
  • Experimente pão achatado fresco de um padeiro local e um plov simples em um café de bairro. Prefira água engarrafada ou fervida.
  • Reserve uma boa parte do dia para o Museu Savitsky, e não espere que tudo seja explicado em inglês, por isso um pouco de leitura antes ajuda.

Quando ir

A primavera e o outono são as épocas mais agradáveis, com dias amenos que convêm tanto à cidade quanto ao deserto. Os verões são muito quentes e secos, e as fortalezas podem ser exaustivas ao meio-dia. Os invernos são frios e ventosos, o que favorece o museu, mas não as longas viagens por campo aberto.

Do aeroporto à cidade

O aeroporto de Nukus fica perto da cidade, e o trajeto de táxi até o centro é curto, geralmente de quinze a vinte minutos. O táxi é a forma mais simples de se deslocar, e o hotel muitas vezes pode organizar a busca. Dentro da cidade, os táxis e as minivans locais são as opções habituais, e a maioria dos pontos centrais fica a uma curta distância uns dos outros.

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